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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Karting Championship 2012 (v1.1)




Há uma série de pistas desafiadoras para testar suas habilidades de condução ao máximo e dois modos de corrida: torneio e corrida rápida. No modo de torneio que você pode desbloquear novos eventos e karts por completado uma série de desafios emocionantes, enquanto prática suas habilidades de condução no modo de corrida rápida. Whizz ao redor da pista, ultrapassar seus rivais e certifique-se que você é o primeiro a linha de chegada para pegar a coroa do Campeonato de Karting!




Instalação:

Baixe o game copie ele para seu celular android e instale normalmente.






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[LIVRO] Como escrever para a Web - Guilherme Franco


O livro traz exemplos práticos para quem trabalha escrevendo publicações online, e reflete sobre as mudanças trazidas pela internet que transformaram a forma de se comunicar e exige dos profissionais outra abordagem para dialogar com o público. O livro apresenta as características que diferem os textos dos blogs, microblogs, sites, entre outros recursos.


Como ler?!

Para poder ler o livro você vai precisar do programa quick office que você encontra para baixar aqui no site ( e ele vem de fabrica na maioria dos androids).

Depois de baixar o livro basta move-lo para o cartão sd e abri-lo normalmente.



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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

GTA San Andreas - ARMV7


Após Grand Thef Auto III e GTA: Vice City chegarem a dispositivos mobile, é a vez de Grand Theft Auto: San Andreas receber o mesmo tratamento pelas mãos da Rockstar. A empresa lançou a versão para Android, uma adaptação do game lançado originalmente para PlayStation 2.

A nova versão do título apresenta gráficos remasterizados que incluem recursos como sombras dinâmicas detalhadas, a possibilidade de ver elementos mais distantes do cenário, uma paleta de cores enriquecida e modelos aprimorados de personagens e carros. Além disso, o jogo inclui o suporte nativo a controles convencionais adaptados a smartphones e tablets ( MOGA, IPEGA ou DUALSHOCK).


Idiomas: Inglês, Espanhol, Russo, Japonês, Francês, Alemão, Italiano, Coreano


Grand Theft Auto: San Andreas - screenshotGrand Theft Auto: San Andreas - screenshot

Grand Theft Auto: San Andreas - screenshotGrand Theft Auto: San Andreas - screenshot
Grand Theft Auto: San Andreas - screenshotGrand Theft Auto: San Andreas - screenshot


Instalação:

Descompacte a DATA e copie a pasta "com.rockstargames.gtasa" para Android/obb (se não tiver a pasta obb crie-a)

Copie o apk e instale normalmente.
Se divirta ;)


Apk v1.03 Super Mod - Zippyshare | Mega | 4Shared | Sendspace


Apk v1.03 Cracked [Funcional] - Zippyshare | Mega | Google Drive


Apk v1.03 Unlimited [Funcional] - Zippyshare | Mega | Google Drive



Dados - Torrent | 4Shared | Zippyshare | Mega | Sendspace | Google Drive 


O que há no Super Mod ?

 Correr sem cansar 
Itens grátis (alimentos, armas) 
Veja mais claro debaixo d'água 
Saque multiplicador de dinheiro 
Fôlego infinito 
Ganhe respeito rapidamente 
Seja sexy rapidamente 
Seja perito em armas rapidamente 
Seja um Semi-deus à prova de tiros 
Mate com apenas um tiro 
Exploda carros com apenas um tiro 
Super Soco (Mate com apenas um soco) 
Você não pode ser preso.

E muito mais


Créditos: GamesAndroidHVGA
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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Creepypasta #2 - Eu costumava não ter medo

Eu costumava não ter medo.

Filmes de terror nunca me assustaram de verdade. Livros de terror não tinham nenhum efeito. Casas mal-assombradas não fazia sentido. Eu nunca fui uma criança que cobria o rosto com o cobertor para dormir, ou mantinha o abajur aceso a noite. Como uma menininha, eu nunca senti necessidade de rastejar até a cama de minha mãe por causa de um pesadelo. Pra começo de conversa, eu nunca tive muitos pesadelos, e os poucos que eu tive, maioria eu nem conseguia considerar um de verdade.
Eu simplesmente nunca tive medo do que se escondia na noite. O sistema de segurança de nossa casa mantinha meus medos de humanos com intenções obscuras bem longe, assim como também nosso Rottweiler, que tinha o lindo nome de Assassino. E além de nossos muros, bem, quem poderia temer algo em uma comunidade branca de classe alta? Eu vivi a vida toda dentro de uma bolha de plástico, sem saber o que era medo.

Então por que motivo eu teria medo do escuro?

Até esse momento eu não tinha tido. Eu via como algo infantil e sem lógica. Obviamente, eu não me sinto mais desta forma. Estou escrevendo isso para avisar você, pois agora é muito tarde pra mim. Eu sei disso agora, e isso me trouxe uma certa calma... Quando eu terminar de te avisar você, tudo vai estar acabado. Então me perdoe se eu estou falando demais... Eu aproveitei a vida um pouco mais do que eu estou disposta a admitir.

Tudo começou com algo que eu achei ser um vírus. Eu tinha sido direcionada para um vídeo chamado "Meninas e Meninos Saem para Jogar." Soava bastante inofensivo. Eu achava que era um filme de estudantes de arte, na verdade. A pessoa que tinha me passado o link prometeu que era muito bom. Valia a pena assistir. Eu não consigo lembrar do vídeo. A única coisa que me lembro era a sensação que ele me trouxe. Não era medo, mas era bem perto disso. Era muito desconfortável, eu estava nervosa. E também fiquei vagamente enjoada.
Daí em diante as coisas só ficaram piores. O papel de parede do meu computador tinha mudado para uma foto de uma jovem mulher com um olhar pertubador, me fitando como se fosse de um abismo negro. Todo o momento então, e com frequencia crescendo a cada dia, barulhos estranhos eram emitidos do meu computador, mesmo quando o som não estava ligado. Gritos, risadas estranhas, rangidos...

No momento, eu estava irritada; o medo não haviam me atingido ainda. Então, rostos começaram a "pular" na tela, tipo esses programas ridículos que aparecem rosto gritando que costumavam a assustar meus amigos no ensino médio. Mas era diferente. Eles pareciam reais. Eram rostos de mortos; e eles tinham tido mortes violentas. Eu queria dizer que eu parei de umas meu computador, mas eu não podia. Meu trabalho requesitava que eu usasse meu computador frequentemente. O que eu devia fazer? Não havia mais nenhum computador disponível pra mim. Eu até tentei levar em algum lugar o computador para retirar o vírus, mas ninguém pode me ajudar. Diziam que não havia vírus algum. Falaram que meu computador estavam bem.

Mas a coisa só piorava. Os rostos não estavam só aparecendo; eles ficavam. E com aqueles olhos horríveis, apodrecidos, eles prendiam meu olhar. Eu não conseguia desviar o olhar deles e de seus terríveis sorrisos provocantes. E...Meu Deus, o cheiro. Meu computador sempre tinha um cheiro vago de morte em volta dele.
Eu pensei que estava ficando louca. Eu pensei que talvez alguém estivesse zoando comigo. As pessoas na loja onde tentei reparar o computador não faziam ídeia do que estavam falando. Algo estava errado,e eu sabia que tinha concertado. Então, eu comprei um computador novo. Tudo estava legal por um tempo, mas tudo voltou, e com força total. Agora haviam vozes. Agora havia gritos. Agora, os rostos apodrecidos mostravam também os malditos corpos. Eu podia ver cada larva, cada mosca, cada espacinho com pus... E eles estavam me chamando. Falando que em breve, muito em breve, eu estaria me juntado a eles. Eles estavam com muita raiva que eu tinha tentado me livrar deles, e agora me fariam pagar.

Eu  não sabia o que fazer. Ignorar o problema não estava funcionando. Eu pensei que era culpa de meus colegas de trabalho. Talvez isso tivesse vindo com um e-mail que eles tivessem me mandando? Eu nunca pensei ser o vídeo. Nem por um segundo. Depois de tudo, isso não era lógico.
Eu estava no fundo do poço. Hoje, eu despluguei o computador e comecei a empacotar. Eu iria sair de férias, limpar minha cabeça, e rezar que tudo voltasse ao normal. A algum minutos atrás eu percebi que eu não iria. A eletricidade caiu, e pela primeira vez na minha vida, eu senti medo de verdade. Eu não tinha ideia que em alguns momentos, eu me tornaria entorpecida. Eu cambaleei pela casa, procurando por uma lanterna, quando eu vi que algo ainda estava produzindo luz.

O computador.

A tomada estava ligada novamente, e a mulher no papel de parede estava se movendo. Acenando pra mim. Eu não pude controlar minhas pernas. Sentei-me em frente dela do outro lado do quarto com a escuridão em minha volta. E então a mulher, como todas as outras imagens que eu havia visto antes, começou a apodrecer. A cena toda apodreceu, e depois a tela ficou preta. E sem luz, sem um meio de ver meu reflexo, eu a "vi" no escuro atrás de mim por um breve momento, uma faca ensanguentada e enferrujado na mão. O computador voltou à vida , e meu papel de parede tinha retornado.
Mas eu sei que não acabou ainda.

Então eu decidi vir aqui. Eu sei que vocês gostam de ficar assustados, certo? Bem, veja isso como alguém que só recentemente descobriu o medo: Nem sempre funciona, e nem tudo é diversão e jogos.
Claro, você provavelmente não vai acreditar em mim. Por que deveria?
É o seguinte... Eu não fui totalmente honesta com você. Não havia vídeo algum. Era uma história. Uma história parecida com essa,com uma um enredo um pouco diferente e talvez com uma melhor narrativa. Eu sei que vocês gostam de histórias que dão um bom medo. Provavelmente é por isso que você começou ler a minha.

Agora que você leu isso, eu vou dividir com você meu destino. Eu sei que é cruel, talvez injusto, mas tem de ser feito. Eu só espero que você se conforte sabendo que quando eu for a mulher assombrando se computador, eu serei mais gentil. Se eu puder, eu usarei uma lâmina que seja menos cega. Fotos daqueles que vieram antes de mim que estejam menos grotescas. Sons que sejam menos alarmantes.
Mas, novamente, você GOSTA de ficar assustado, não é?
Não se preocupe, eu não vou pedir pra você repostar isso cinco vezes em lugares diferentes.  Nada vai salvar você. Porque depois de tudo, nada pode me salvar. A eletricidade ainda está desligada. E agora, atrás de mim, a uma mulher me esperando. Eu verei você em breve.


Tchau...por enquanto.
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domingo, 22 de dezembro de 2013

Dead Effect (v1.1) - ARMV7

Cover art


Boas Pessoal hoje vou trazer para vocês mais um jogo magnifico que na minha opinião é uma mistura de Dead Space + Dead Trigger
O game conta com ótimos cenários, gráficos muito bons e uma história envolvente vale a pena vocês baixarem este grande jogo.

Algo não está certo, as vagens de hibernação estão todos vazios. O que está acontecendo?
Você é um membro de elite da Unidade 13. Lute por sua vida em um jogo FPS SCI-FI que vai enviar arrepios na espinha. 
Pegue o seu telefone / tablet, entrar em controle e trazer horrores infectados para baixo. Sua interface é zumbi tiro pronto.
Uma campanha épica para um jogador espera por você, com mais de 5 horas de gameplay história. O espaço é frio e cheio de horrores.
Ao longo da campanha, você encontrará novas armas e dinheiro para atualizar seu arsenal.
Descubra os mistérios do ESS Meridian, e passeie pelas suas impressionantes ambientes com fundo intenso música.
Use sua habilidade especial para retardar o tempo e derrotar até mesmo os inimigos mais difíceis!
Você vai aceitar o desafio e tentar derrotar todos os seus inimigos no modo de arenas de sobrevivência? Desbloquear todas as conquistas e obter todas as armas disponíveis!








Instalação:

Descompacte a DATA para Android/obb (com pasta e tudo)
Instale o Apk e se Divirta

PS:Se você não tiver uma pasta chamada obb você poderá cria-la sem problemas.



Download Apk:


Download Data Parte 1:


Download Data Parte 2:


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sábado, 21 de dezembro de 2013

Creepypasta #1 - Antran


Imagem

A imagem que você está olhando foi tirada em algum momento na década de 70.

É a única imagem restante do meu filho e um colega dele, junto com o ser artificial conhecido como "ANTRAN" que tinha sido adotado em nossa família.

Foi um verão quente em meados dos anos setenta, eu estava dirigindo para casa saindo da minha empresa madeireira após uma mudança de tempo, quando eu tive que fazer uma parada no depósito de lixo local para deixar algumas mesas antigas. Enquanto eu despejava as mesas lá, algo chamou minha atenção entre o lixo. Alguma coisa do tamanho de uma criança estava envolta em plástico e jogada em um canto. Desesperado, achando que talvez fosse um assassinato ou algo assim, comecei a desembrulhar o corpo. Para minha surpresa, não havia criança, apenas um grande boneco.

Seu corpo era de plástico com membros de metal. Mas o mais chocante era sua aparência humanóide, seus frios olhos escuros. Vou ser honesta e dizer que eu estava curiosa no momento e incrivelmente impressionada com a obra, então eu não pensei duas vezes antes de colocá-lo com cuidado ao longo do banco de trás do meu carro, e o levei para casa.

O interesse de meu filho foi quase tão intenso quanto o meu, e nós começamos a mexer nele ao longo de alguns dias, abrindo-o e olhando para seus circuitos, procurando por algo faltando ou quebrado (como se entendêssemos seu funcionamento). Eventualmente, cansamos de revirá-lo e o encostamos em um canto da cozinha. Depois de alguns dias, para nossa surpresa, a criatura (ou andróide, como preferir) certa manhã veio à vida.

Estávamos vendo tevê na sala, eu e meu filho. E ouvimos passos vindos da cozinha. Quando olhamos para o corredor, lá estava ele. Apoiado na parede, como uma criança que não sabe andar, nos encarando com olhos curiosos. Minha sensação imediata foi de um horror indescritível, o horror de ver algo bizarro e impossível acontecer. Mas meu filho reagiu de forma diferente, Ele olhou para a criatura e em seguida olhou para mim "O-Olhe mãe, incrível! Ele está vivo!".

Ao ver a situação daquele jeito simples, me acalmei na hora. E minha curiosidade também era maior que o medo. Ele mal conseguia andar com aquelas pernas finas e desengonçadas. Que mal poderia causar aquele boneco de metal? Com o passar dos dias não conseguia parar de pensar quem poderia ter criado uma peça maravilhosa e extraordinária como aquela, que beirava a magia. E meu filho havia ganhado um amigo. Ele não o via mais como um brinquedo, tinham sentimentos por ele e o tratavam como a um irmão. Qual seria a história por trás de sua criação?

Não demorou muito para eu ter certeza que aquela criatura não tinha sido criada para ser um brinquedo, ou uma boneca. Ele mostrou sinais de inteligência e incríveis habilidades de raciocínio. Ele aprendeu a andar praticamente como um humano normal, e aprendeu a fazer coisas cotidianas, como levar o lixo para fora, e até brincava com os brinquedos dos meus filhos.

Ele até tinha um favorito, um carro pequeno vermelho que ele pegava nas mãos e fingia dirigia ao lado dos balcões da cozinha. Ele aprendeu a imitar os nossos movimentos, tentando comer com o garfo, apesar de não ter sistema digestivo, movendo-o na boca e fingindo mastigar. Ele não tinha a capacidade de falar. Talvez alguma peça quebrada, talvez um defeito de fabricação. Ele tinha o pescoço danificado e afundado. Alguém teria feito isso com sua garganta? Na hora isso infelizmente não passava na minha cabeça.

Eu sabia que ele não era qualquer coisa normal. Talvez um pedaço militar de hardware, ou um projeto privado. Eu sabia que deveria ter devolvido ele, mas para quem? Ele estava no lixo, então ninguém o queria mais, certo? Quando vi o meu filho brincar com ele tão feliz... Seu rosto se iluminava. Eu não poderia retirá-lo dele, ele sempre foi tão sozinho, este era um de seus únicos amigos, como eu poderia ser uma boa mãe e negar-lhe o direito de felicidade? Decidi ficar com ele por mais algum tempo.

Chamamos-lhe "Antran", pois essa era a palavra impressa em letras maiúsculas escrito em suas costas, na altura do pescoço. Alguns meses se passaram rapidamente, e a vida familiar parecia estar melhorando. Ele já era um de nós. Meu filho cresceu, seu humor melhorou, tudo estava ficando melhor.

Até uma noite em julho. Eu estava sentada na minha poltrona, assistindo televisão. Meu filho e Antran tinham se ajoelhou no tapete, brincando de luta um com o outro, como os meninos normalmente fazem. Quando de repente a minha atenção foi atraída para um gemido alto. Olhei para baixo e vi meu filho apertando o próprio braço.

"O que está errado, Adam?" Eu perguntei.

Ele arregaçou as mangas, e em seu braço havia uma grande marca vermelha que cobria seu antebraço "Antran beliscou-me", respondeu ele, em uma voz chocada.

A marca era de fato vermelha, como uma breve contusão em um caroço inchado roxo. Meu instinto maternal tomou conta de mim, e como uma mãe dando uma bronca em uma criança travessa, eu gritei com o andróide. Seu rosto metálico e frio, por um momento parecia mostrar genuína tristeza, como se ele não soubesse que tinha força própria. Como se ele estivesse arrependido, seus lábios começaram a se mover. Se ele estava tentando reunir a palavras para se desculpar ou simplesmente copiando o que eu estava fazendo, nunca saberemos. Mas na hora eu me arrependi de ter sido tão dura. E mais tarde, à noite, eu me desculpei sobre os gritos, disse que tudo estava bem, e não pensei em nada.

Poucas semanas depois, meu filho entrou no meu quarto tarde da noite... Meu sono foi interrompido pelo ranger suave da porta.

"Mãe", ele sussurrou.

"Sim, meu filho?", Respondi.

"Ele fica me encarando"

"O quê? O que fica te encarando?" Perguntei-lhe, vendo seus olhos cansados.

"Antran, ele continua olhando para mim, no canto da minha cama"

Sua voz tremeu, ele estava com medo. Eu poderia dizer que algo não estava certo. Notei-lhe esfregando o outro braço, e logo o chamei. Puxei para cima a manga de sua camisa e meu coração afundou, mais contusões. Devem ter sido quatro, cinco por todo o caminho até seus braços pequenos.

"Tire a camisa, Adam", eu mandei, tentando manter a calma. Eu podia sentir um coquetel de emoções subindo dentro de mim, pânico, medo, raiva. Ele tirou a camisa, e meu coração afundou ainda mais, meus olhos se encheram de lágrimas. Meu filho estava sofrendo de um quadro de hematomas, tamanhos diferentes, diferentes tons de marrons e roxos. Imediatamente eu me levantei e invadi o quarto de Adam, atrás do maldito androide. Ele estava torturando o meu filho, a quanto tempo?

Não havia nada.

Várias imagens e lembranças passavam em minha cabeça, o que havia acontecido com Antran? Ele se tornou cruel assim, de repente? Ou só quando eu não estava vendo ele batia em meu filho?

Eu gritei a plenos pulmões por Antran, olhando debaixo da cama, para fora da janela do quarto. Nada. De repente ouvimos passos acima de nós, então o barulho de baques rígidos.

"Está no sótão", eu sussurrei, meus olhos para o teto.

Enquanto andava pelo corredor, notei que as paredes de ambos os lados de mim foram revestidas de arranhões por todo o caminho. Havia trechos em que pedaços da madeira da parede haviam sido arrancadas, as marcas de dedos fundos ainda estavam lá. Fiquei nervosa. Não estava reconhecendo mais quem era aquela criatura.

Teria surtado? Meus gritos aquele dia despertaram as emoções negativas dele? Ou era aquela sua verdadeira natureza?

Cheguei até o pedaço de corda balançando que leva até a pequena porta do sótão. Lentamente, eu a puxei.

Disse a meu filho para ficar onde ele estava, apesar de sentir seu medo. A escada caiu, e eu subi.

Entrei na sala escura e silenciosa, tateei em busca do cordão do interruptor. Encontrei-a depois de alguns segundos. liguei.

Para meu horror Antran a menos de dois metros de mim. De pé, sua face fria erguida e olhando em meus olhos. Os seus olhos piscavam de um jeito louco. Senti aquele mesmo medo terrível, o mesmo que vi da primeira vez que ele andou. O medo da criatura que imita o humano. O medo me fez recuar para trás, e notei que a garganta dele na estava mais quebrada. Ele havia consertado.

Antes que eu pudesse falar qualquer coisa ele gritou. O som foi terrível, como uma tevê em estática, como a reprodução de todos os gritos que já foram mostrados na TV, em volume máximo.

Tapei os ouvidos com o susto, ouvia Adam gritar também no andar de baixo. Quando abri os olhos pra encontrar Antran, a única coisa que vi foi a pequena janela que temos no sótão destruída. Ele havia fugido. Imediatamente pensei em chamar os serviços de emergência, mas quem vai acreditar em mim? Um andróide machucando o meu filho? Eles vão olhar para as contusões e me trancariam por abuso. Talvez até em um centro psiquiátrico. Eu não tinha escolha a não ser manter a calma.

Semanas passaram, depois meses. Ás vezes saíamos de casa e notávamos sinais da presença de Antran do lado de fora. Plantas que foram arrancadas, marcas de dedos fundos do lado de fora das portas, pegadas de lama perto das as janelas, todas de um pé pequeno.

Eu não queria mais aquela criatura por perto. Adam também não escondia mais o medo dele. Eu deixava todas as portas e janelas trancadas o tempo todo.

Chegou ao ponto de nosso vizinho encontrar seu cachorro com o pescoço torcido no quintal. Era um cachorro dócil. Não falei nada á ele. Nem falei nada a Adam.

Temia pelo meu filho. Quando o levava para a escola, em casa. Nunca o deixa fora da minha vista. Fizemos algo errado? Foi meu grito? Ás vezes eu falava em voz alta durante a noite, desculpando-me com as paredes, para uma sala vazia, na esperança que Antran ouvisse, esperando que ele parasse com aquilo, a perseguição infinita a minha casa. Mas minhas tentativas foram em vão, Se eu soubesse o que viria, eu não teria dormido naquela noite.

Meu sono foi mais uma vez perturbado, embora desta vez por um grito de gelar o sangue. Meus olhos se abriram imediatamente, corri para quarto de meu filho. Mas já era tarde, não havia ninguém lá, o quarto tinha sido virado de cabeça para baixo, os lençóis rasgados, sua janela quebrada. Havia pequenas gotas de sangue no chão.

Comecei a chorar, gritando para ele trazer meu filho de volta. Liguei para a polícia, dizendo-lhes que meu filho tinha sido sequestrado, eles perguntaram se eu tinha visto o culpado, eu menti e disse que não tinha, esperando que as imagens de meu filho fossem o suficiente. Como eles acreditariam que aquela 'boneca' seria capaz disso? Para os próximos dias eu chorei todos os dias antes de dormir, soluçando como uma criança. A vida não valia mais a pena, eu desejo que nunca tivesse encontrado aquela... COISA ... Que traiu minha confiança. Que me fez tratá-lo como um pai trata seu filho, para protegê-lo e depois me fez pagar o preço.

Foi em uma madrugada de setembro, sentei-me em minha poltrona, para beber. Quando ouvi o barulho da porta da despensa ranger.

"Adam?" Corri para a cozinha.

Mais uma vez, nada.

Exceto, no balcão da cozinha, um carrinho vermelho de brinquedo, o favorito de Antran.

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Rom - Pure Nature (Para Galaxy Pocket)

 

Olá galera, depois de um tempinho sem postar eu venho trazer para vocês uma rom muito boa para o SGP , peço a todos que tem um Galaxy Pocket que testem a rom para dizer se é boa ou não.

Desenvolvedores: 
Leandro Sants Cabral 
Créditos:
 Jhos Neto
Daniel Gomes


Crédito: Mega Droid BR


- Log -
Totalmente em Português Brasileiro;
Mínimo de Apps;
Status Bar 4.2.2;
+ Ower Profile (Perfil de Usuário);
Swipe to remover Notifications;
Nova Framework;
TouchWiz Modificado;
Novo Music Player;
6 LockScreens;
S3 LockScreen Style;
Adicionado Equalizador;
Adicionado Novo Economizador de Bateria;
Refeito Settings.apk;
Easter Egg 4.3 + Game;
Novas opções de Relógio e Bateria;
Adicionado Animações,e opção de tamanho de Fonte;
Novo Package Installer (Com opções de instalação);
Super Rápida ;)

- Bugs? -

Bom,ela ate o momento esta sem bugs,se você encontrar algum reporte nos comentários.

- ScreenShots-
[Abra a imagem e visualize melhor]


Instalação:

1 - Copie o arquivo baixado, conecte seu aparelho ao PC e copie para memoria interna 
2 - Desligue o aparelho 
3 - Pressione e segure Botão Home + Power + Volume [+]  todos simultaneamente até iniciar em modo de recuperação
4 - Escolha apply update from SDcard
5 - Selecione o Clockworkmod 
6 - Selecione Wipe data factory reset e Wipe cache partition
7 - Vá em install zip from sdcard, depois em choose zip from sdcard
8 - E escolha o arquivo que você passou para a memoria interna 
9 - Espere a instalação terminar
10 - Reinicie o aparelho

Nota:Instalação dos patch's da mesma forma mais sem dar wipe's;



Download Rom:


Download Patch de Personalização:
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